3 tratamentos de estética íntima mais procurados

Assim como nas demais partes do corpo, na região vaginal também ocorrem desgastes naturais e inevitáveis, que acompanham o avançar da idade. Somados a isso, outros fatores também afetam a estética íntima, por exemplo, gravidez, obesidade e alterações hormonais.

Como é de se saber, a partir dos 30 anos há uma queda considerável na produção de colágeno em todo o corpo, o que faz surgirem rugas e linhas de expressão no rosto, por exemplo.

Essas fibras também estão presentes na região íntima e sua queda, causada pelo envelhecimento, faz com que ocorra a perda de elasticidade dos grandes e pequenos lábios e flacidez.

Além dessa questão estética, também ocorrem disfunções hormonais e outras alterações internamente na área íntima, causando incômodos durante a relação sexual e incontinência urinária, por exemplo.

Esses são problemas que até a pouco tempo atrás não tinham muita solução, já que falar abertamente desses desconfortos era um tabu. Mas agora as mulheres podem se animar, pois além desse ser um assunto que já está sendo mais abordado, a tecnologia vem trabalhando a favor delas e o mercado de estética íntima ganhou novas alternativas que vieram para amenizar os sinais e desconfortos causados pelo envelhecimento da região íntima.

A mulher moderna busca estar bem consigo mesma acima de tudo, e optar por tratamentos íntimos vai muito além das questões estéticas. Trata-se de um resgate do seu bem-estar, sexualidade e qualidade de vida.

3 tratamentos de estética íntima feminina que você deve analisar para seu consultório ginecológico

Abaixo, vamos conhecer os 3 tratamentos de estética íntima que estão sendo mais procurados nos consultórios ginecológicos de todo o mundo. Fique atento!

#1. Radiofrequência Íntima

A Radiofrequência é uma tecnologia muito bem sucedida para rejuvenescimento facial e corporal e agora também tem tido excelentes resultados para tratamentos de estética íntima.

Ela trabalha com polos emissores de ondas eletromagnéticas que geram calor por conversão (de dentro para fora). O aquecimento da região causa uma ativação do metabolismo dos fibroblastos, reorganizando as fibras de colágeno e elastina.

Além disso, estimula a formação de novas fibras dessas proteínas. Isso faz com que a região fique mais tonificada e menos flácida.

O tratamento de estética íntima com a radiofrequência não é ablativo, ou seja, não causa lesão na região. Com isso, a sessão é confortável e a paciente pode voltar à vida normal, pois não requer tempo de inatividade e não há efeitos colaterais.

A quantidade de sessões varia, de acordo com o objetivo do tratamento, mas em média são indicadas de 1 a 3. Mas já na primeira sessão a paciente já pode sentir a diferença.

Para quem a radiofrequência íntima é indicada?

A radiofrequência íntima é utilizada tanto externa quanto internamente e pode ser indicada para pacientes com queixa de:

  • Flacidez da vulva (grandes e pequenos lábios);
  • Atrofia ou frouxidão vaginal;
  • Incontinência urinária de esforço leve;
  • Dispareunia;
  • Irritações vulvo-vaginais;
  • Disfunção sexual;
  • Sensibilidade reduzida.

LEIA TAMBÉM: Radiofrequência íntima – Entenda como a Enygma X-Orbital pode ajudar no tratamento de patologias ginecológicas.

#2. Laser Vaginal

Esse tratamento de estética íntima utiliza o laser para estimular a produção de colágeno e ácido hialurônico na mucosa vaginal, aumentando a circulação sanguínea e fortalecendo a região. Além de reestabelecer a firmeza e elasticidade dos tecidos dessa área.

Assim como a radiofrequência, o tratamento com o laser pode ser indicado tanto para a região externa da vulva, quanto para a área interna da vagina.

O tratamento com o laser para rejuvenescimento íntimo é ablativo, ou seja, é mais agressivo que o de radiofrequência, mas ainda assim não é necessária internação.

Porém, para que a sessão seja mais bem tolerada pela paciente, pode ser necessário o uso de anestésicos locais. Há ainda um tempo a ser respeitado de abstinência sexual, que varia de caso a caso.

O laser íntimo é indicado para:

  • Melhora do tônus vaginal;
  • Melhora da lubrificação;
  • Desconforto sexual;
  • Clareamento;
  • Frouxidão ou atrofia vaginal;
  • Dispareunia.

#3. Cirurgias íntimas

Essa opção tem sido muito divulgada pela mídia nos últimos anos, o que fez a sua procura aumentar consideravelmente. Porém, dentre as opções aqui apresentadas, é a mais agressiva, pois trata-se de um procedimento cirúrgico.

Na maioria dos casos, as intervenções são exclusivamente estéticas, para correções de algum detalhe que incomode e constranja a mulher, principalmente na hora do ato sexual.

Existem alguns tipos diferentes de cirurgia íntima, e sua indicação depende do objetivo a ser atingido. Os mais comuns são:

Ninfoplastia (também chamada de Labioplastia):

É o tratamento íntimo mais procurado, sendo indicado para quem tem os pequenos lábios muito grandes. O objetivo da cirurgia é reduzir o tamanho de forma que eles não se projetem para fora dos grandes lábios;

Redução do monte de vênus:

Essa região é localizada acima do púbis e a busca por essa cirurgia é para redução do seu volume;

Flacidez dos grandes lábios:

Essa é uma opção de tratamento de estética íntima para aquelas pacientes que desejam retirar o excesso de pele ou flacidez. Há casos ainda que a indicação é realizar um enxerto de gordura no local, para deixar a região mais carnuda e rígida.

Vantagens e desvantagens da cirurgia na estética íntima

Apesar da cirurgia íntima reconstruir a região de acordo com o desejo da paciente, é preciso ter muita cautela, pois, como toda cirurgia, há riscos como: perda da sensibilidade, cicatrizes indesejadas, infecções, dentre outros.

Além disso, o pós-operatório é dolorido e desconfortável. A paciente também não volta às atividades cotidianas imediatamente, tendo que esperar um prazo para retorno às atividades físicas e cumprir abstinência sexual por, no mínimo, 20 dias.

Concluindo …

Independente de qual tratamento de estética intima a mulher escolher, é ideal que você, como ginecologista, indique a melhor opção, visando um tratamento que melhor se adapte as necessidades da paciente.

Assim haverá segurança que os resultados sejam alcançados da forma mais adequada e com o acompanhamento correto, por quem está apto a indicar e a tratar quaisquer tipos de intercorrências que vierem a surgir.

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