Todos nós sabemos que o envelhecimento traz consigo sinais que ficam aparentes na pele, principalmente nas áreas que ficam mais expostas. Esses sinais, que assombram aquelas pessoas mais preocupadas com a aparência, são causados por fatores intrínsecos e extrínsecos.

Os fatores intrínsecos são aqueles naturais, que vem do envelhecimento cronológico do organismo e sua deficiência em manter uma atividade regular como em um organismo jovem. Já os fatores extrínsecos são aqueles relacionados aos fatores ambientais, como é o caso do fotoenvelhecimento.

O que é fotoenvelhecimento?

Maior órgão do corpo humano, a pele é composta por duas camadas (epiderme e derme) apoiadas em um tecido subcutâneo adiposo (hipoderme).

A pele tem um importante papel na proteção do corpo, servindo como uma barreira física entre o organismo e o meio externo. Também possui diversas outras funções como regulação da temperatura corporal, percepção de sensações ambientais e absorção de radiação para a síntese de vitamina D.

Porém, justamente por ficar muito exposta (principalmente em determinadas regiões do corpo, como rosto, mãos e braços), a pele acaba recebendo muitos raios ultravioletas, vindos da exposição solar.

Se não encontrarem nenhuma barreira de proteção (como os protetores solares), esses raios penetram na pele e causam danos que vão desde alterações na sua textura, aparecimento de manchas e, até mesmo, podem levar a doenças mais sérias, como o câncer de pele.

São essas alterações na pele que chamamos de fotoenvelhecimento. Ou seja, são aqueles sinais do envelhecimento relacionados à exposição solar sem proteção, que podem vir acompanhados de flacidez muscular e cutânea. O fotoenvelhecimento é o principal responsável pelas alterações na pele, principalmente pela formação de rugas e manchas.

As radiações UVA e UVB são as principais a serem evitadas, pois ao penetrarem na derme, provocam a quebra das fibras de colágeno. Quando mais jovem, o organismo consegue corrigir essas alterações, mas na maturidade já não consegue mais.

Esses efeitos provocados pela exposição solar são cumulativos e dependem do grau de exposição e pigmentação irregular. Estima-se que recebemos 80% de toda a radiação solar da vida até os 18 anos. Porém, na infância e adolescência, as alterações na pele ainda não são perceptíveis, o que se atenua somente anos mais tarde.

Os sinais do fotoenvelhecimento são muito mais perceptíveis do que apenas os sinais causados pelo envelhecimento cronológico. A pele fotoenvelhecida é mais áspera e espessa, tem manchas e rugas acentuadas. Enquanto a pele que não sofreu os efeitos da radiação solar é mais lisa, tem rugas mais discretas e tem poucas ou nenhuma mancha.

Apesar de atingir pessoas de todos os tipos de pele (que não tem os cuidados para evitar o fotoenvelhecimento), pessoas de pele mais clara podem sofrer com danos mais intensos. Mas lembrando que esses danos são proporcionais à exposição. Ou seja, quanto maior a exposição sem proteção, mais será acentuado o fotoenvelhecimento.

Como prevenir o fotoenvelhecimento?

Se envelhecimento intrínseco não há como se evitar, no caso do fotoenvelhecimento é muito diferente. A principal forma de prevenção é o uso contínuo de filtros solares, que são substâncias químicas de uso tópico, que tem a função de refletir ou absorver os raios ultravioletas que atingem a pele. Assim, eles não penetram nas camadas tissulares, danificando suas estruturas que levam ao fotoenvelhecimento.

Recomenda-se o uso contínuo de algum protetor solar desde a primeira infância, mesmo em dias frios ou chuvosos, com reaplicação a cada 2 horas.

Se o paciente trabalha sob o sol ou vai frequentar praia ou piscina, além do protetor solar também recomenda-se o uso de chapéus, camisetas com proteção, óculos escuros e outros objetos que impeçam o contato direto com a luz solar.

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Tratamentos contra o fotoenvelhecimento

Por fim, como já dissemos, os sinais os fotoenvelhecimento se acentuam mais com a maturidade e, quando eles surgem, o caminho passa a ser o tratamento para minimizá-los. Claro, que mesmo realizando esses tratamentos, o uso do protetor solar continua sendo importante para se evitar o surgimento de nossos sinais e também para evitar o agravamento dos já existentes.

Alguns tratamentos podem ser realizados para minimizar os sinais do fotoenvelhecimento, como é o caso do LED vermelho, tecnologia presente nos aplicadores do BodySculpt.

O LED vermelho presente no BodySculpt possui um comprimento de onda de 660 nanômetros e possui capacidade de ativar os receptores dos fibroblastos e estimular o colágeno na região tratada. Sua ação é intracelular, agindo no estímulo ou inibição de alguns processos celulares, como a proliferação e reparação dos tecidos danificados pelo fotoenvelhecimento, processo chamado de fotobiomodulação.

O uso do LED é muito benéfico para o tratamento do fotoenvelhecimento, pois traz uma significativa melhora do aspecto das linhas de expressão, rugas e demais sinais. Além disso, o LED estimula o sistema imunológico, a produção de hormônios e de enzinas que controlam a ação dos radicais livres, também vilões do envelhecimento cutâneo.

Além dos inúmeros benefícios do LED, o BodySculpt também possui a tecnologia de Microdermoabrasão, que promove um peeling mecânico “não invasivo” e controlado, capaz de diminuir sinais das camadas mais externas da pele, tanto na região facial, quanto corporal.

O tratamento é indicado para melhorar o aspecto de diversos problemas cutâneos, por exemplo: manchas, linhas de expressão, acne, cicatrizes de acne e estrias.

Além dessas tecnologias já citadas, o BodySculpt também possui o Dermohealth e o HIMFU, excelentes para remodelação corporal e facial.

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