A partir de uma certa idade, o nosso organismo já não funciona mais “a todo vapor” como em pessoas mais jovens. Isso acontece de várias formas, como rugas, linhas de expressão e flacidez, inclusive a flacidez vaginal.

A queda na produção do colágeno e elastina, proteínas responsáveis por dar sustentação e elasticidade aos tecidos, é uma dessas alterações que acompanham o avançar da idade. Por esse motivo, um dos mais temidos sinais do envelhecimento aparece: a flacidez.

Mas se engana quem acha que só a pele do corpo ou do rosto são afetadas por esse mal. A região íntima também sofre com essa alteração, o que causa, dentre outras consequências, a flacidez na vagina.

Provavelmente muitas mulheres que são afetadas com a flacidez vaginal sofrem as consequências (físicas, estéticas e psicológicas) sem nem saber que esse problema tem tratamento. Isso mesmo! É justamente sobre um modo de tratamento que falaremos nesse post: a radiofrequência!

Causas da flacidez vaginal

No organismo feminino, inclusive na região íntima, após os 25 anos de idade, há uma queda significativa de elementos importantes no tecido, como o fibroblasto, que é responsável por formar colágeno e elastina, que dão firmeza e sustentação ao tecido. 

Há ainda uma alteração hormonal natural, acentuada no período da menopausa, que também colabora para que a flacidez vaginal se acentue, causando ainda mais incômodos às mulheres.

Mas a flacidez vaginal não é causada somente por fatores relacionados à idade não. Outros hábitos e condições também colaboram para que esse problema aconteça ou fazem com que ele surja antes do tempo. A saber:

  • sedentarismo;
  • tabagismo;
  • partos (normal e cesariana);
  • sobrepeso;
  • maus hábitos de vida e alimentares.
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Radiofrequência no tratamento de flacidez vaginal

Embora possa parecer que não, já que é uma região que aparentemente fica escondida, a flacidez na vagina pode refletir negativamente em alguns aspectos da vida da mulher.

Queda da autoestima, má qualidade de vida e queda da qualidade sexual são algumas das consequências que esse problema pode gerar. Além, também, das consequências fisiológicas, como dor durante o ato sexual, alteração na sensibilidade e incontinência urinária.

A Ginecologia Regenerativa + Radiofrequência no tratamento de vagina flácida

Com o intuito de diminuir essas consequências e devolver à mulher a sua satisfação pessoal e sexual, a radiofrequência tem sido um excelente método não invasivo de tratamento para combater e atenuar os sinais da flacidez vaginal. Através da ginecologia regenerativa, as mulheres estão tendo mais acesso a essas soluções nos próprios consultórios ginecológicos.

Essa tecnologia atua emitindo ondas eletromagnéticas nas camadas do tecido da região íntima, que geram calor pelo estímulo à agitação de íons quando a energia atravessa o tecido.

Esse aumento da temperatura local faz com que o organismo reaja positivamente com uma série de efeitos fisiológicos, como aumento da vasodilatação, estímulo à formação de novas fibras de colágeno e elastina e reorganização das fibras já existentes.

Todas essas reações são benéficas para tratar a vagina flácida, pois fornecem ao tecido estímulo à formação de elementos que dão mais firmeza e elasticidade à região.

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Mas, atenção! Apesar de ser considerado simples, não invasivo e não requerer tempo de inatividade para recuperação (como acontece nas cirurgias íntimas), o tratamento para flacidez vaginal com a radiofrequência deve ser feito somente por médicos ginecologistas devidamente habilitados.

A avaliação prévia ao tratamento feita por esses profissionais também é muito importante para garantir a máxima segurança e os melhores resultados.

Se interessou por esse tratamento? Na sua próxima consulta, pergunte a seu Ginecologista sobre a Radiofrequência Íntima. Aproveite para acompanhar os demais blog posts relacionados à saúde íntima feminina.